C   redit
Tenho lá minhas melancolias, minhas músicas bregas, meus choros inexplicáveis, meu humor que anda de gangorra, meus momentos de surto e solidão. Porque sou humana. E isso explica tudo.
Clarissa Corrêa.   (via normalizad-a)
Não sei como alguém consegue fechar a janela sem observar os tons do céu. Eu adoro quando é fim de tarde e as nuvens ficam meio rosadas, acho lindo. Me dá uma paz grande, daquelas que chegam metendo o pé na porta do coração, sem bater nem nada. A paz chega e se instala como se fosse de casa há tempos. É aí que eu vejo claramente: tem gente que desaprendeu a enxergar.
Clarissa Corrêa.    (via normalizad-a)
Minha mente é um labirinto sem saída.
Chrystal Santos.   (via normalizad-a)
Algumas pessoas estão destinadas a se apaixonarem uma pela outra, mas isso não significa que elas estão destinadas a ficarem juntas.
500 dias com ela.    (via normalizad-a)
Nem sempre um escritor é aquilo que escreve.
João Paulo Ferreira.  (via normalizad-a)
Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento.
Érico Veríssimo. (via normalizad-a)
Sabe, eu sempre tive tudo que quis. Comigo era assim, em um estalo de dedos, tinha o que queria. Mas eu não entendia porque com você era diferente. E só agora, sentada numa mesa de bar, que percebi que o que eu mais queria era você. Mas eu nunca te tive. Você sempre me teve, cada pedacinho de mim, mesmo sem querer. Agora eu estou com tanta gente ao meu redor, mas nenhuma delas é você. Nenhuma se compara a você. Nenhuma tem o seu cheiro, sua facilidade de me fazer sorrir… E eu nunca quis realmente uma delas. Acho que agora eu entendo porque eu sempre te quis: Porque eu sei que eu nunca vou te ter, mas de alguma forma, quero tentar. Amar é isso, não é? Insistir em algo, sabendo que nunca vai da certo.
Ianny Bione.   (via normalizad-a)
Todo mundo sofre de alguma forma, todo mundo tem a sua história. A questão é: Quem as conta e quem as guarda no coração?
Allax Garcia.  (via normalizad-a)
Simples assim. De centenas de quilômetros por hora ao repouso em um nano segundo. Eu queria tanto me deitar ao lado dela, envolvê-la nos meus braços e adormecer. Não queria transar, como nos filmes. Nem mesmo fazer amor. Só queria dormir com ela, no sentido mais inocente da palavra. Mas eu não tinha coragem. Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.
Quem é você, Alasca?    (via normalizad-a)